Foda postar com dia e hora marcados. Dá nisso. Perco o dia, mas não perco o post.
Achei uma puta iniciativa tentar “viralizar” – pra usar termo tão em voga nos departamentos da marketing da vida – um assunto que vem mais e mais tornando-se vital de fato para todos nós. Por isso aderi ao Blog Action Day e pensei um pouco sobre o assunto nesse finde de resfriado e chuva.
O que eu fico imaginando são os serás que acompanham a temática central.
Claro. Há algum tipo de movimentação naturais que acabamos adotando e que nos fazem sentirmo-nos menos piores diante do estrago que já fizemos, tipo andar mais de bicicleta por aí, imprimir menos, abandonar o carro quando há um metrô disponível (mesmo que em Sampa City às vezes isso seja um pouco improvável).
Mas há também o “dark side” de um futuro já tão incerto que às vezes me arrepia:
Por exemplo as implicações que o mais recente Nobel da Paz concedido pode ter no destino eleitoral dos nossos amigos mais poderosos? Haverá uma drástica mudança de comportamento para derrubar os índices que Al Gore dissemina por aí? Irão os impérios contemporâneos adotar uma política radical anti-fim-do-mundo?
E como a política goela abaixo historicamente confirmada deles pode vir a nos afetar. Nós, pobre nação detentora de uma área verde fundametal para o bom andamento do nosso planetinha. Hão eles de intervir? Se sim, será pela força?
Dá pra pensar… Se eles até hoje impuseram toda questão fundamental (fundamental nem que fosse só para eles) através da força, sofreremos nós por séculos de auto-destruição amazônica arbitrária e impune?
“for their efforts to build up and disseminate greater knowledge about man-made climate change, and to lay the foundations for the measures that are needed to counteract such change”
Meda…
mais no próximo post…





